Resumo do capítulo de Quinta-feira, 22 de janeiro



As consequências da prisão de Zé Maria reverberam por diferentes núcleos da trama. Ao tomar conhecimento do ocorrido, Rogério decide adiar a denúncia envolvendo a Casa de Farinha, avaliando que o momento não é seguro para seguir adiante com o plano. Paralelamente, Samira demonstra preocupação com a mudança de Raul para a casa de Joélly, temendo os impactos emocionais dessa decisão. Em meio a esse cenário, Lígia tenta apoiar o filho e o incentiva a retomar o hábito de desenhar, acreditando que a arte pode ajudá-lo a se reequilibrar.



As desconfianças e tensões familiares se intensificam. Gerluce passa a estranhar a mudança de comportamento de Arminda depois de sua passagem pela Chacrinha, percebendo atitudes mais ambíguas e inquietantes. Ao mesmo tempo, Ferette ouve uma conversa entre Zenilda e Xênica e conclui, de forma precipitada e autoritária, que a mulher não lhe é fiel, reforçando seu perfil controlador e desconfiado. Ainda nesse clima de conflitos, Raul se abre com Kellen e revela seu arrependimento por ter feito um acordo com Samira, demonstrando culpa e incerteza sobre suas escolhas.



O capítulo avança para momentos decisivos envolvendo crimes e ameaças. Pressionado por Ferette, Feliciano é obrigado a aceitar dinheiro para se manter calado sobre a verdadeira procedência da escultura As Três Graças, aprofundando o esquema de corrupção e silêncio. Para encerrar, Arminda faz uma insinuação perturbadora a Gerluce, sugerindo que a neta das duas talvez nem chegue a nascer. A fala carrega um tom sombrio e ameaçador, deixando claro que os conflitos estão longe de se resolver e que perigos ainda rondam os personagens.